CAMPANHA PELA LEITURA E ESTUDO DOS LIVROS DE CHICO XAVIER
  Quem conheceu o Espiritismo na década de oitenta, como foi o meu caso, sabe que os livros de Chico Xavier eram mais estudados que hoje.
  Fazendo um seminário para oitocentas pessoas recentemente, indaguei quem conhecia o livro "Pensamento e Vida" de Emmanuell e, surpreendentemente, nenhuma mão se levantou.
  Livrarias já nos deram notícias de que os livros de André Luiz têm sido menos vendidos.
  Para mim, na condição de médium cuja as obras tem registrado uma boa aceitação através do trabalho realizado pela Editora Dufaux Ltda, manifesto um lamento pelo fato desse crescente esquecimento de alguns livros fundamentais, para um melhor entedimento das questões espirituais.
  As obras mediúnicas novas (nem todas é bem verdade, conquanto todas mereçam nosso respeito incondicional) acrescentam conhecimentos, reflexões e descortinam um campo de investigação extremamente rico. Nem por isso, devemos esquecer a tríade Jesus, Kardec e Chico.
  Embora o foco da nossa campanha seja a literatura de Chico Xavier, não poderia deixar de citar ainda outros nomes que fizeram e fazem parte de minha formação doutrinária, tais como: Ivone Pereira, Leon Denis, Martins Peralva e Divaldo Pereira Franco.
   Vamos procurar, sempre que possível, nas palestras e seminários, e mesmo por e-mail, estar sempre citando alguma obra de Chico, tais como: "Roteiro", "Boa Nova", "Romances de Emmanuell", "O Consolador", "Instruções Psicofônicas", "A Caminho da Luz", "Fonte Viva", "Pão Nosso", Série André Luiz, livros de Irmão x, etc
  Abaixo, temos um banner que serviu de inspiração dentro do Iº HUMANIZAR, para lançamento da campanha pela contínua recordação das obras de Chico que, no dizer de Domingas, através do médium Carlos Baccelli, as trevas querem fazer esquecer. A frase, na íntegra, faz parte do banner. Vamos difundir essa campanha.
  Quem desejar o arquivo do banner original no tamanho 1,20m x 80cm é só fazer o download do arquivo com 8,22 MB. Clique Aqui e use o botão direito do mouse para salvar.
  Com afeto,
  Wanderley Soares de Oliveira


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